
Melhor evitar sofrimento na hora de fazer seu site (imagem: The Oatmeal)
Bacana esse artigo sobre como webdesigners podem “educar” seus clientes:
Educating Your Clients: 8 Lessons for Web Designers to Teach Clients
Como assim? Clientes são “mal educados” por natureza? Claro que não, mas podem não compreender exatamente o trabalho envolvido, esperando coisas despropositadas.
Boa parte das dificuldades surge a partir daquela clássica situação: um gosta, mas o outro não. Parece ser um mero problema de gostos pessoais, mas não é, e esses “gostos” precisam sim ser bem explicados.
O duro é que o cliente pode não entender que o webdesigner é um profissional como qualquer outro, cujas ações são baseadas em treinamento e experiência. Quando vamos ao dentista, não dizemos como ele deve trabalhar. Mas clientes que contratam webdesigners costumam fazer isso.
Navegar na internet e ter opiniões sobre sites bons ou ruins — além do uso do Word e Powerpoint — pode não ser experiência suficiente para fazer um site eficaz. No entanto, muitos clientes consideram isso suficiente, tratando os profissionais apenas como extensões da sua mente, ou daquilo que visualizam.
Há dicas bem práticas nesse artigo sobre como o webdesigner pode lidar melhor com a situação. Muitas são daquelas óbvias que às vezes não cumprimos por pura negligência. Por exemplo:
- mostre dados, exemplos que embasam as melhores decisões, podendo até explicar alguns princípios de usabilidade e design
- vista-se apropriadamente para reuniões (essencial!)
- escreva emails profissionais
- gaste muito tempo com explicações sobre o trabalho, expectativas, processos…