Desvantagens de sites em Flash

Muitos clientes leigos preferem sites em Flash. Mas, atualmente, do ponto de vista tecnológico, fazer um site todo em Flash é algo completamente desnecessário, sendo até ruim para o dono do site.

Isso porque a maioria absoluta dos sites em Flash acaba ficando invisível para o Google — ou seja, invisível na internet, praticamente. Tudo bem que já há maneiras de fazer sites em Flash aparecerem no Google, mas isso não costuma ser feito, tanto por ser um complicador extra no desenvolvimento ou por simples negligência mesmo.

Fora diversas outras desvantagens, como quebra no padrão de funcionalidade do navegador (fontes, copiar/colar, botão de voltar…), incompatibilidades, lentidão…

Com exceção de funções específicas que exijam alguns recursos (como banners, jogos e alguns tipos de vídeo), não há porque fazer um site com Flash.

Uma boa leitura sobre o assunto é esse post do Guilherme Chapiewski:

Porquê eu não gosto de desenvolver sites usando Flash

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Imagens genéricas continuam ignoradas em sites

O guru da usabilidade online Jakob Nielsen critica novamente as imagens decorativas — ainda tão usadas em webdesign — em sua coluna mais recente:

Photos as Web Content

O fato de que usuários simplesmente ignoram aquelas imagens genéricas do tipo “sinta-se bem” não é novidade, já que testes de eyetracking já demonstraram isso há muitos anos.

Mas mesmo hoje — com conexões rápidas e atraso zero no carregamento de imagens — as pessoas ainda preferem sites cujo design priorize a utilidade da informação, ao invés de layouts cujas imagens são apenas decorativas, não acrescentando informação.

Um exemplo é a imagem abaixo, que tem sobrepostos os pontos onde as pessoas fixaram o olhar. A imagem decorativa foi completamente ignorada.

Os pontos azuis indicam onde as pessoas pararam o olhar. A foto genérica foi completamente ignorada

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Para superar as dificuldades entre clientes e webdesigners

Esse post da Smashing [Turning All Clients Into Dream Clients, em inglês] tem dicas legais para webdesigners superarem as dificuldades que surgem com os clientes, na hora de fazer um site.

Alguns comentários sobre essas “dificuldades comuns dos clientes”:

Clientes podem não saber o que querem
E não há nada de errado nisso. É como ir a um restaurante diferente, não saber o que pedir e solicitar recomendações. O segredo é saber fazer boas recomendações.

Mudam de ideia no meio do processo
Se o item anterior não tiver sido bem tratado, isso acaba sendo muito comum. O que ajuda a evitar o famoso “trabalho jogado fora” é uma explicação detalhada sobre todo o processo, principalmente sobre a fase inicial, onde se define as linhas guias e rascunhos, que não devem ser jogados fora nas fases seguintes.

Não entendem de webdesign
É óbvio que não, já que não são webdesigners. Mas um bom mecânico sabe se comunicar usando uma linguagem que o cliente entenda.

Não fornecem informações suficientes sobre o que querem
Outra maneira de dizer isso é: não soubemos perguntar suficientemente bem

Como se vê, boa parte dessas supostas dificuldades dos clientes são dificuldades nossas, dos webdesigners, também.

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O que evitar na hora de fazer seu site

O link abaixo (em inglês) é uma descrição bem engraçada sobre a relação cliente/webdesigner durante o projeto de um site.

How a web design goes straight to hell

O que evitar na hora de fazer seu site

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A brasileirada gosta mesmo é de Orkut

Duas rapidinhas sobre o Facebook que vi hoje.

A primeira é sobre o crescimento vertiginoso da rede por aqui nos últimos seis meses, duplicando os 2,4 milhões de brasileiros:

O crescimento exponencial do Facebook no Brasil

Pessoalmente, desisti do Orkut quando todos os contatos apareceram lá no Facebook também, há uns três meses. Agora, Orkut só para falar com aqueles que preferem se comunicar online dessa maneira — por incrível que pareça há várias pessoas nessa categoria.

Me lembrou dessa história:

5 motivos pelos quais o Orkut está morto e enterrado

Exagero, claro: uma rede com 23 milhões de brasileiros está bem longe do cemitério. Mas Orkut acho que já virou uma coisa quase que só de “molecada” e baixaria.

Outra novidade interessante do Facebook que não conhecia é essa página:

Facebook + Media

com dicas para desenvolvedores e jornalistas.

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Livro sobre jQuery

Uma dica rápida para quem lê inglês e pretende mergulhar no jQuery:

JQuery in Action

Até então, estava dependendo só de referências online. Mas esse livro é bem superior.

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Slider de conteúdo em jQuery

Estava procurando um plugin jQuery para fazer um slider de chamadas. Não um slider de imagens, mas de divs inteiros.

Já estava desistindo e começando um do zero quando encontrei o jFlow.

Era o que procurava! Simples de implementar/customizar e bem leve, apesar de antigo (dependendo de uma versão lá atrás do jQuery).

Referência:
Step By Step To Create Content Slider using jFlow, A Minimalist jQuery Plugin
(esse link é só uma referência para se ter uma ideia rápida, já que tem alguma coisa quebrada nesse passo-a-passo. O exemplo contido no download do plugin funciona melhor)

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WordPress se aproxima do Drupal

Os novos tipos de conteúdo, registrados em functions.php, aparecem na interface de administração

Ainda não tinha tido tempo de ver o WordPress 3. Estava bem curioso para ver como funciona o esquema de “custom post types”. A princípio, fiquei desapontado. Na interface de administração não há nada, é tudo via código. Mas depois me animei.

Esse era o recurso que faltava no WordPress. Agora não é preciso mais ficar fazendo gambiarras com categorias para usar tipos de conteúdo diferentes.

Na verdade, não tem segredo nenhum: é bem simples criar um novo tipo de post.

Apesar de o recurso estar ainda numa fase inicial, junto com as novas taxonomias, o WordPress agora se aproxima do Drupal, no quesito “CMS para conteúdos mais complexos”.

Sempre que precisava escolher o CMS de um projeto, se o conteúdo fosse além das páginas fixas + blog, era Drupal na certa. Agora, o páreo fica mais concorrido. Ainda mais considerando os pontos fortes do WP: facilidade para design e a imbatível interface de administração.

Só falta agora um plugin WP equivalente ao Views do Drupal, para podermos criar rapidamente consultas e listagens desses diferentes tipos de conteúdo.

Leia mais:
Como criar Custom Post Types no WordPress 3.0

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O prazer de escrever no Textmate

Dá até para blogar com ele, assim como foi feito neste post

Já tinha ouvido falar que tem gente que migra para Mac por causa do Textmate. Achava um exagero, mas recentemente fiquei maravilhado também. Eu já usava faz um tempo, sem nem saber as mágicas que ele faz.

Mexendo com Rails, precisei dar uma pesquisada nos recursos para agilizar o processo. E caí boquiaberto!

A primeira coisa que me chamou a atenção é a simplicidade. A minimalista interface é só uma janela em branco! Mas branco cansa um pouco, melhor um fundo escuro, tipo linha de comando e… Fica ótimo também!

Uma coisa que achei demais é ele executar arquivos Ruby, mostrando a saída em uma janelinha. Não só executa, mas valida também. Ruby, HTML, CSS… Com Rails, ele ainda executa os testes, mostrando os resultados de uma forma melhor que a original.

Disparar um Terminal no mesmo caminho do arquivo atual também é uma mão na roda.

Fora os atalhos… Um dos que mais gosto é o Ctrl + Shift + L. Se houver um trecho selecionado e um link copiado, o programa automaticamente transforma o trecho no HTML para o link, com direito a mágica e tudo: o atributo “title” já vem preenchido com o título da página! (ele acessa o link e copia o pagetitle!)

Uma coisa que para mim foi a gota d’água é que o bichinho ainda posta no WordPress! E faz isso num piscar de olhos: o post vai para o ar e o link é aberto automaticamente.

Já era! Virei um adepto do “sistema operacional” Textmate.

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Cantos arredondados com jQuery

Outro dia me deparei com esse plugin: jQuery Corner. Bem legal, se funcionar como prometido.

Afinal, enquanto não sai o Internet Explorer 9, nem adianta muito usarmos as propriedades CSS do Firefox ou webkit para arredondar cantos. A não ser que os visitantes que usam o IE sejam ignorados (ou seja, impossível), teremos que continuar fazendo divs “pendurados” e dá-lhe background.

O jQuery Corner cria esses divs on the fly no IE e, no caso de browsers mais modernos, faz as bordas só com CSS!

Ainda não experimentei, mas no próximo projeto com cantos redondos testarei.

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