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	<title>Kasamata &#187; Wordpress</title>
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	<description>Design &#38; desenvolvimento web</description>
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		<title>Wordpress se aproxima do Drupal</title>
		<link>http://kasamata.com.br/2010/07/wordpress-se-aproxima-do-drupal/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 02:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emer77</dc:creator>
				<category><![CDATA[(sem categoria)]]></category>
		<category><![CDATA[CMS]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Drupal]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda não tinha tido tempo de ver o Wordpress 3. Estava bem curioso para ver como funciona o esquema de &#8220;custom post types&#8221;. A princípio, fiquei desapontado. Na interface de administração não há nada, é tudo via código. Mas depois me animei.
Esse era o recurso que faltava no Wordpress. Agora não é preciso mais ficar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_629" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img class="size-full wp-image-629" src="http://kasamata.com.br/wp-content/uploads/2010/07/wp3.jpg" alt="" width="240" height="359" /><p class="wp-caption-text">Os novos tipos de conteúdo, registrados em functions.php, aparecem na interface de administração</p></div>
<p>Ainda não tinha tido tempo de ver o Wordpress 3. Estava bem curioso para ver como funciona o esquema de &#8220;custom post types&#8221;. A princípio, fiquei desapontado. Na interface de administração não há nada, é tudo via código. Mas depois me animei.</p>
<p>Esse era o recurso que faltava no Wordpress. Agora não é preciso mais ficar fazendo gambiarras com categorias para usar tipos de conteúdo diferentes.</p>
<p>Na verdade, não tem segredo nenhum: é bem simples <a title="Como criar Custom Post Types no Wordpress 3.0 - Paulo Faustino - Wordpress" href="http://imasters.uol.com.br/artigo/17625">criar um novo tipo de post</a>.</p>
<p>Apesar de o recurso estar ainda numa fase inicial, junto com as novas taxonomias, o Wordpress agora se aproxima do Drupal, no quesito &#8220;CMS para conteúdos mais complexos&#8221;.</p>
<p>Sempre que precisava escolher o CMS de um projeto, se o conteúdo fosse além das páginas fixas + blog, era Drupal na certa. Agora, o páreo fica mais concorrido. Ainda mais considerando os pontos fortes do WP: facilidade para design e a imbatível interface de administração.</p>
<p>Só falta agora um plugin WP equivalente ao Views do Drupal, para podermos criar rapidamente consultas e listagens desses diferentes tipos de conteúdo.</p>
<p>Leia mais:<br />
<a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/17625">Como criar Custom Post Types no Wordpress 3.0</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Migrando URLs do Blogger para Wordpress</title>
		<link>http://kasamata.com.br/2010/04/migrando-urls-do-blogger-para-wordpress/</link>
		<comments>http://kasamata.com.br/2010/04/migrando-urls-do-blogger-para-wordpress/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 21:28:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emer77</dc:creator>
				<category><![CDATA[(sem categoria)]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos problemas de mudar o sistema de um site é como manter as URLs intactas, para que os endereços de todas as páginas indexadas no Google ainda levem para o lugar certo.
Me deparei com essa questão migrando um blog (samsara.blog.br) do Blogger para Wordpress (com hospedagem própria). Como já era domínio próprio, não foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos problemas de mudar o sistema de um site é como manter as URLs intactas, para que os endereços de todas as páginas indexadas no Google ainda levem para o lugar certo.</p>
<p>Me deparei com essa questão migrando um blog (<a href="http://samsara.blog.br">samsara.blog.br</a>) do Blogger para Wordpress (com hospedagem própria). Como já era domínio próprio, não foi tão complexo:<br />
<span id="more-528"></span></p>
<h2>1 &#8211; Permalinks</h2>
<p>Depois de importar todo o conteúdo, com o domínio já funcionando no novo esquema, é preciso configurar o WP para usar a mesma estrutura de URL de posts do Blogger: dominio/ano/mês/titulo. Basta selecionar essa opção nas configurações de permalinks do WP.</p>
<h2>2 &#8211; Corrigindo as URLs</h2>
<p>Um problema surge aqui pois, após a importação, muitas URLs ainda não batem. Isso porque o modo como os títulos são montados na URL já foi diferente no Blogger: há alguns anos, todos os caracteres com acentos eram removidos. Como esse site tinha conteúdo de até quatro anos atrás, dezenas de URLs estavam desse jeito, com caracteres acentuados faltando.</p>
<p>A boa notícia é que, durante a importação de posts, o WP guarda todas as URLs originais em um campo extra. Então bastaria uma query SQL para arrumar tudo. Mais fácil ainda: encontrei um script PHP que já faz isso (<a href="http://devilsworkshop.org/moving-from-blogger-to-wordpress-maintaining-permalinks-traffic-seo/">Moving From Blogger To Wordpress – Maintaining Permalinks, Traffic &amp; SEO</a>):</p>
<p><code>&lt;?php<br />
require_once('wp-load.php');<br />
<br />
$res = $wpdb-&gt;get_results("SELECT post_id, meta_value FROM $wpdb-&gt;postmeta WHERE meta_key = 'blogger_permalink'");<br />
$wpdb-&gt;print_error();<br />
<br />
foreach ($res as $row){<br />
$slug = explode("/",$row-&gt;meta_value);<br />
$slug = explode(".",$slug[3]);<br />
<br />
$wpdb-&gt;query("UPDATE $wpdb-&gt;posts SET post_name ='" . $slug[0] . "' WHERE ID = $row-&gt;post_id");<br />
$wpdb-&gt;print_error();<br />
}<br />
<br />
echo "DONE";<br />
?&gt;</code></p>
<p>Ao rodar esse PHP, as URLs originais são restauradas.</p>
<h2>3 &#8211; Redirecionando o &#8220;.html&#8221;</h2>
<p>Para não ter que deixar os endereços terminando em &#8220;.html&#8221;, como faz o Blogger, ainda é preciso mais uma etapa: redirecionar &#8220;dominio/ano/mês/titulo.html&#8221; para &#8220;dominio/ano/mês/titulo/&#8221;, o padrão WP.</p>
<p>Uma linha no .htaccess resolve:</p>
<p><code>RewriteRule ^([0-9]{4})/([0-9]{1,2})/([^/]+)\.html$ $1/$2/$3/ [QSA,R=301,L]<br />
</code></p>
<p>O .htaccess inteiro fica assim:</p>
<p><code>&lt;IfModule mod_rewrite.c&gt;<br />
RewriteEngine On<br />
RewriteBase /<br />
RewriteRule ^([0-9]{4})/([0-9]{1,2})/([^/]+)\.html$ $1/$2/$3/ [QSA,R=301,L]<br />
RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} !-f<br />
RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} !-d<br />
RewriteRule . /index.php [L]<br />
&lt;IfModule mod_rewrite.c&gt;</code></p>
<p>E pronto! Todas as URLs antigas dos posts agora funcionam no novo site.</p>
<p>O motivo de o Blogger deixar os endereços terminando em &#8220;.html&#8221; (artificialmente, já que não se tratam de páginas estáticas) é discutível. Uns dizem que se deve a algum benefício em termos de SEO; outros que isso é mero resquício operacional de algo que já não é necessário. Como se trata de uma empresa Google, talvez valha a pena analisar melhor a questão.</p>
<p>Eu prefiro sem o &#8220;.html&#8221; e nunca notei nenhum prejuízo por isso. Mas quem quiser deixar o &#8220;.html&#8221; basta pular a etapa 3 e configurar uma estrutura personalizada nas configurações de permalinks do WP.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fim do spam no Wordpress</title>
		<link>http://kasamata.com.br/2010/03/fim-do-spam-no-wordpress/</link>
		<comments>http://kasamata.com.br/2010/03/fim-do-spam-no-wordpress/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 01:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emer77</dc:creator>
				<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[plugins]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma ótima opção para acabar com comentários-spam no Wordpress é o plugin WP-Hashcash.
Fazia tempo que queria testar isso, ao notar que esse é o plugin usado em instalações-padrão do Wordpress na Dreamhost.
Funciona — e é incrível como não ter que ficar lidando com spam aumenta a qualidade de vida!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_486" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://wordpress.org/extend/plugins/wp-hashcash/"><img class="size-full wp-image-486  " title="wp-hashcash" src="http://kasamata.com.br/wp-content/uploads/2010/03/wp-hashcash.png" alt="" width="480" height="345" /></a><p class="wp-caption-text">Spam automaticamente para onde deve ir: no lixo</p></div>
<p>Uma ótima opção para acabar com comentários-spam no Wordpress é o plugin <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/wp-hashcash/">WP-Hashcash</a>.</p>
<p>Fazia tempo que queria testar isso, ao notar que esse é o plugin usado em instalações-padrão do Wordpress na Dreamhost.</p>
<p>Funciona — e é incrível como não ter que ficar lidando com spam aumenta a qualidade de vida!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Drupal com MAMP</title>
		<link>http://kasamata.com.br/2009/09/drupal-no-mac/</link>
		<comments>http://kasamata.com.br/2009/09/drupal-no-mac/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 21:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emer77</dc:creator>
				<category><![CDATA[Apache]]></category>
		<category><![CDATA[CMS]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Drupal]]></category>
		<category><![CDATA[Joomla]]></category>
		<category><![CDATA[Mac]]></category>
		<category><![CDATA[MAMP]]></category>
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		<category><![CDATA[PHP]]></category>
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		<description><![CDATA[Nos útltimos anos me tornei agnóstico no que se refere a sistemas operacionais. Gosto um pouco até da Microsoft! O Windows 7.
Em casa, preferia Ubuntu Linux. Mas usava Mac no trabalho. E por sempre precisar encarar um Windows também, acabei aprendendo umas manhas que o tornam bem usável até.
Melhor assim. Apego = sofrimento.
Mas trabalhar com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_462" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><img class="size-full wp-image-462 " title="MAMP" src="http://kasamata.com.br/wp-content/uploads/2009/09/MAMP.jpg" alt="Apache, MySQL, PHP estilo Mac" width="480" height="208" /><p class="wp-caption-text">Apache, MySQL, PHP estilo Mac</p></div>
<p>Nos útltimos anos me tornei agnóstico no que se refere a sistemas operacionais. Gosto um pouco até da Microsoft! O Windows 7.</p>
<p>Em casa, preferia Ubuntu Linux. Mas usava Mac no trabalho. E por sempre precisar encarar um Windows também, acabei aprendendo umas manhas que o tornam bem usável até.</p>
<p>Melhor assim. Apego = sofrimento.</p>
<p>Mas trabalhar com o <a href="http://www.mamp.info/en/index.html">MAMP</a>, no Mac, não deixa de ser uma brisa! A gente arrasta a pastinha para Aplicativos e pronto, impressionante! Apache, PHP, MySQL, configurações&#8230; tudo ali. Sem nem uma encostadinha no Apache do sistema.</p>
<p>Mas cadê a emoção? Tem também! Na primeira vez, o MAMP pode provocar uns bons desconfortos. Principalmente se combinado com o Drupal.</p>
<p>Vou deixar registrado aqui umas dicas pra quem precisar (como eu mesmo no futuro).<span id="more-458"></span></p>
<h2>Tela branca da morte</h2>
<p>Se estiver caindo na temível &#8220;tela branca da morte&#8221;, ou seja, nenhum aviso de erro, carregamento da página, nada, apenas a tela branca no navegador, melhor re-ativar as mensagens de erro do PHP. No MAMP, elas vêm desativadas por padrão.</p>
<p>Applications/MAMP/conf/php5[ou 4]/php.ini</p>
<p>Nesse arquivo, a linha 277 deve ser:</p>
<p>display_errors = On</p>
<p>Depois basta reiniciar os servidores.</p>
<h2>Memória</h2>
<p>Depois disso, mensagens de erro vão surgir no admin do Drupal. É preciso aumentar o limite de memória por script, na linha 232:</p>
<p>memory_limit = 32M</p>
<p>Vem por padrão com 8M (MB), o que não dá nem para listar os módulos do Drupal. Em meus testes, 32M deu pro gasto. Mas é só ir aumentando conforme a necessidade.</p>
<h2>Localhost no Parallels</h2>
<p>Outra dúvida comum é: &#8220;Como fazer o Internet Explorer acessar o localhost de dentro do Parallels?&#8221;.</p>
<p>Assim:</p>
<ol>
<li>Acesse no Mac: Preferências do Sistema | Rede</li>
<li>Copie o IP de Parallels Shared Networking Adapter</li>
<li>Edite o arquivo hosts do Windows (Windows\System32\drivers\etc), acrescentando uma entrada direcionando o IP acima para um nome qualquer (não use &#8220;localhost&#8221;, já que ele já está sendo usado)</li>
<li>Pronto, agora acesse o localhost do Mac no Internet Explorer com esse nome</li>
</ol>
<p><strong>Atualização:</strong> descobri agora outro problema chatinho, com o Wordpress:</p>
<p>Abrir uma instalação local do Wordpress no MAMP, pelo IE do Parallels, não carrega o CSS. Isso acontece porque o Wordpress internamente usa caminhos absolutos para acessar estilos. Ou seja, se o endereço do Wordpress no Parallels e no Mac forem diferentes, o CSS não vai carregar.</p>
<p>Dá pra contornar usando o mesmo alias nos dois.</p>
<p>Por exemplo, se no arquivo hosts do Windows você acrescentou o alias &#8220;localhost2&#8243; apontando para o IP do Mac, então acrescente esse mesmo alias no arquivo hosts do Mac (/etc/hosts; é preciso editar via Terminal), apontando para o mesmo IP que o alias localhost do Mac já aponta.</p>
<p>Aí o endereço fica sendo o mesmo tanto no Mac quanto no Parallels, algo como localhost2:8888/wordpress.</p>
<p><strong>Atualização 2:</strong> Mais problemas&#8230; Esse é bem chato. Se não conseguir mais acessar a página inicial do MAMP e surgir a mensagem &#8220;No permission to access MAMP on this server&#8221;, dá pra resolver editando o arquivo MAMP/conf/apache/httpd.conf.</p>
<p>Mude &#8220;AllowOverride All&#8221; para &#8220;AllowOverride None&#8221;.</p>
<p>Esse é um bug muito chato porque ele surge sem mais nem menos, de repente, completamente misterioso. Não foi só comigo. Chato também porque, teoricamente, essa mudança deveria impedir a leitura de configurações do .htaccess. Não impede! Outra coisa misteriosa.</p>
<h2>Joomla</h2>
<p>Vou aproveitar que o post descambou de vez para problemas e mais problemas do MAMP para falar de mais um. Na verdade é um problema do Joomla.</p>
<p>Se estiver usando o Joomla com o MAMP, pode ser que tenha problemas com as URLs amigáveis. Por algum motivo, o Joomla não reconhece a porta padrão 8888 do MAMP e duplica o endereço do site nos links internos, quando as URLs curtas são ativadas.</p>
<p>Dá pra contornar isso mudando a porta para o padrão do Apache (80) nas preferências do MAMP (isso deve dar algum conflito com o Apache do Mac, caso ele também esteja sendo usado).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Wordpress em servidor local</title>
		<link>http://kasamata.com.br/2009/09/wordpress-em-servidor-local/</link>
		<comments>http://kasamata.com.br/2009/09/wordpress-em-servidor-local/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 20:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emer77</dc:creator>
				<category><![CDATA[CMS]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
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		<category><![CDATA[software etc]]></category>
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		<description><![CDATA[Usar uma instalação local AMP (Apache, Mysql e PHP) ajuda bastante na hora de desenvolver com algum CMS baseado nessas tecnologias. Por exemplo, o Wordpress.
Como tudo fica no nosso computador, o processo agiliza bastante:

As mudanças no site são instantâneas
Não há necessidade de ficar subindo cada arquivo editado, basta um refresh no navegador

Em Linux e Mac, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Usar uma instalação local AMP (Apache, Mysql e PHP) ajuda bastante na hora de desenvolver com algum CMS baseado nessas tecnologias. Por exemplo, o Wordpress.</p>
<p>Como tudo fica no nosso computador, o processo agiliza bastante:</p>
<ul>
<li>As mudanças no site são instantâneas</li>
<li>Não há necessidade de ficar subindo cada arquivo editado, basta um refresh no navegador</li>
</ul>
<p>Em Linux e Mac, nunca tive dificuldade para instalar e configurar. Ultimamente, usando Windows 7, foi uma boa surpresa descobrir que é tão fácil quanto (com o <a href="http://www.wampserver.com/en/">WampServer</a>).</p>
<p><span id="more-416"></span></p>
<h2>Importar banco de dados</h2>
<p>Usando Wordpress, uma coisa um pouco chata é que na hora de passar tudo para o servidor web real, você importa o banco de dados e o site simplesmente implode: nada funciona mais.</p>
<p>Mas há uma gambiarra simples que contorna isso. Basta editar o arquivo .sql:</p>
<ol>
<li>Exporte o banco de dados &#8212; com o PHPMyAdmin, por exemplo &#8212; em um arquivo .sql</li>
<li>Abra o arquivo em um bom editor de código, como o <a href="http://notepad-plus.sourceforge.net/uk/site.htm">Notepad++</a></li>
<li>Dê um &#8220;find &amp; replace&#8221;, substituindo &#8220;localhost&#8221; pelo domínio do servidor online</li>
<li>Importe o arquivo no servidor web real (se o arquivo for maior que 2 MB, vai haver problemas. A etapa 6 <a href="http://www.my-guides.net/en/content/view/86/26/">deste tutorial</a> ajuda a resolver a coisa)</li>
<li>Pronto!</li>
</ol>
<p>Com o Wordpress, isso funciona até que bem. Só há um erro que ainda não entendi: alguns widgets somem após a importação, sendo necessário reposicionar e configurar. Mas esse é um preço baratinho até pela comodidade de desenvolver localmente.</p>
<h2>Arquivo &#8220;hosts&#8221;</h2>
<p>Além desse método, há um outro mais simples ainda:</p>
<ul>
<li>Abra o arquivo &#8220;hosts&#8221; e acrescente a linha &#8220;127.0.0.1  seudominio.com.br&#8221;</li>
<li>No Windows 7, o arquivo fica em &#8220;Windows\System32\drivers\etc\&#8221; (em Linux e Mac, fica em /etc/ )</li>
</ul>
<p>Isso faz com que cada requisição a &#8220;seudominio.com.br&#8221; seja redirecionada para &#8220;localhost&#8221;. Assim, é possível importar o banco de dados local no servidor online, sem edição nenhuma.</p>
<p>O único incômodo é ter de ficar comentando e descomentando (#) a nova linha do arquivo hosts sempre que precisar acessar o domínio verdadeiro e vice-versa.</p>
<p>Nesse vai e vem, tem hora que já nem sei mais se estou no localhost ou no domínio online. Mas dá para acostumar e considero um preço barato também pelo tempo que isso poupa.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Problemas com o Contact Form 7?</title>
		<link>http://kasamata.com.br/2009/08/problemas-com-o-contact-form-7/</link>
		<comments>http://kasamata.com.br/2009/08/problemas-com-o-contact-form-7/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 20:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emer77</dc:creator>
				<category><![CDATA[CMS]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[plugins]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[O Contact Form 7 está entre os primeiros plugins que costumam ser instalados após uma instalação fresquinha do Wordpress. Com ele, é bem simples criar formulários de contato, cujos dados são enviados por email.
É fácil de usar e tem bons recursos, mas pode dar uma bela dorzinha de cabeça. Estou escrevendo isso pois encontrei muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_405" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://wordpress.org/extend/plugins/contact-form-7"><img class="size-full wp-image-405" title="contact-form7" src="http://kasamata.com.br/wp-content/uploads/2009/08/contact-form7.jpg" alt="Plugin permite criação fácil de formulários de contato" width="480" height="248" /></a><p class="wp-caption-text">Plugin permite criação fácil de formulários de contato</p></div>
<p>O <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/contact-form-7/">Contact Form 7</a> está entre os primeiros plugins que costumam ser instalados após uma instalação fresquinha do Wordpress. Com ele, é bem simples criar formulários de contato, cujos dados são enviados por email.</p>
<p>É fácil de usar e tem bons recursos, mas pode dar uma bela dorzinha de cabeça. Estou escrevendo isso pois encontrei muito pouca coisa na web sobre os possíveis problemas. Por exemplo:</p>
<ol>
<li>A função mail() do PHP do servidor pode estar configurada de maneira diferente ou nem estar disponível</li>
<li>Os emails podem terminar retidos como spam, levando você a imaginar que o problema está no plugin</li>
<li>Se você usar o Gmail para baixar mensagens de outras contas (via pop3), elas podem não chegar também, de novo parecendo que o problema está no plugin</li>
</ol>
<p><span id="more-401"></span></p>
<h2>Mail()</h2>
<p>No primeiro caso, é preciso ajustar o plugin de acordo com as configurações do servidor em que o site está hospedado. Uma outra opção é usar o plugin <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/cimy-swift-smtp/">Cimy Swift SMTP</a>. Aí, em vez de depender do PHP mail(), você usa uma conta de email comum, através do acesso SMTP.</p>
<h2>Spam</h2>
<p>O segundo caso é o mais comum. Nos testes, você preenche os dados, aparece a confirmação de que tudo correu bem, mas não chega nada. O problema é que a opção default do Contact Form 7 usa o email da pessoa que preenche o formulário como remetente (&#8220;From:&#8221;).</p>
<p>Então, na checagem de spam dos servidores por onde a mensagem passa, é detectado que o email do remetente não bate com os IPs associados de onde saiu a mensagem (o servidor onde o site está hospedado). Essa é uma técnica comum para enviar spam. E a mensagem termina retida.</p>
<p>Para resolver isso, basta fixar um remetente como no-reply@seudominio.com (o importante é que o domínio seja o mesmo do seu site).</p>
<h2>Gmail</h2>
<p>Essa foi meio burrice minha. Mas pode acontecer com outras pessoas, então vou deixar registrado aqui também.</p>
<p>Para testar emails que são enviados para múltiplos destinatários, eu usava uma conta Gmail que puxa emails de diversas outras contas. Acontece que quando o mesmo email chega tanto na conta principal quanto nas secundárias, o Gmail não baixa a mensagem repetida. Isso me levava a pensar que os emails não estavam indo para os outros destinatários.</p>
<p>Difícil de identificar o problema, mas fácil de resolver: basta acessar diretamente a outra conta, em vez de tentar contar com o acesso pop3 do Gmail.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lifestream reúne atividade online</title>
		<link>http://kasamata.com.br/2009/07/lifestream-reune-atividade-online/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 23:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emer77</dc:creator>
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		<category><![CDATA[meta]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi uma surpresa boa descobrir que uma das melhores opções hoje para reunir toda sua atividade online em um feed é, justamente, um plugin Wordpress:
Lifestream
O feed tá aqui ao lado na barra esquerda.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi uma surpresa boa descobrir que uma das melhores opções hoje para reunir toda sua atividade online em um feed é, justamente, um plugin Wordpress:</p>
<p><a href="http://wordpress.org/extend/plugins/lifestream/other_notes/">Lifestream</a></p>
<p>O feed tá aqui ao lado na barra esquerda.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A hora e a vez do Drupal</title>
		<link>http://kasamata.com.br/2009/07/a-hora-e-a-vez-do-drupal/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 21:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emer77</dc:creator>
				<category><![CDATA[CMS]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Drupal]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
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		<description><![CDATA[De um ano pra cá, a procura por profissionais especializados em CMS (Content Management System) de código aberto disparou. Principalmente, Drupal.
É o que mostra por exemplo o Indeed.com, que monitora vagas de trabalho em vários países [via Web Worker Daily - The Open Source Opportunity].
O motivo é a tendência &#8212; novidade nenhuma aí &#8212; de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_160" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://www.indeed.com/jobtrends?q=drupal%2C+wordpress%2C+joomla&amp;l=&amp;relative=1"><img class="size-full wp-image-160  " title="indeed-drupal" src="http://kasamata.com.br/wp-content/uploads/2009/07/indeed-drupal.jpg" alt="Vagas para desenvolvedores Drupal, Joomla e Wordpress aumentaram muito no exterior (reprodução/Indeed.com)" width="480" height="271" /></a><p class="wp-caption-text">Vagas para desenvolvedores Drupal, Joomla e Wordpress aumentaram muito no exterior (reprodução/Indeed.com)</p></div>
<p>De um ano pra cá, a procura por profissionais especializados em CMS (Content Management System) de código aberto disparou. Principalmente, <a href="http://drupal.org">Drupal</a>.</p>
<p>É o que mostra por exemplo o <a href="http://www.indeed.com/jobtrends?q=drupal%2C+wordpress%2C+joomla&amp;l=&amp;relative=1">Indeed.com</a>, que monitora vagas de trabalho em vários países [via <a href="http://webworkerdaily.com/2009/07/15/the-open-source-opportunity/">Web Worker Daily - The Open Source Opportunity</a>].</p>
<p>O motivo é a tendência &#8212; novidade nenhuma aí &#8212; de migração dos sistemas por trás dos sites para soluções open source, ao invés de continuarem usando ferramentas comerciais/proprietárias, muitas vezes já obsoletas [<a href="http://ostatic.com/blog/publishers-are-switching-to-drupal-cost-savings-reported">OStatic - Publishers Are Switching to Drupal, Cost Savings Reported</a>].</p>
<p>No caso do Drupal, o que pode estar puxando a onda é o exemplo de sites como <a href="http://www.recovery.gov/">Recovery.gov</a> (da Casa Branca norte-americana) e <a href="http://mtv.co.uk/">MTV UK</a> (o site da <a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fmtv.uol.com.br%2F&amp;ei=zj5iStO7GYvLlAfi2dn9BQ&amp;usg=AFQjCNH_KyxuFkVnHvQseK4YmHKTDDQxSg&amp;sig2=ddy_WqFq_cmnHGThJP0g5w">MTV brasileira</a> também é Drupal!).</p>
<p>Devido às ricas opções para lidar com conteúdo/informação e para customização, o sistema costuma agradar muito também os responsáveis pelos sites de jornais e revistas como  <a href="http://www.thelondonpaper.com/">London Paper</a>, <a href="http://www.motherjones.com/">Mother Jones</a> e <a href="http://www.theonion.com/content/index">The Onion</a> (um dos pioneiros).</p>
<h2>Intranet em Drupal</h2>
<p>Outra novidade bem interessante para os &#8220;<a href="http://drupal-br.org/">drupalistas</a>&#8221; foi o anúncio do <a href="http://openatrium.com">Open Atrium</a>, um moderno sistema de intranet todo baseado (e compatível) com Drupal [<a href="http://www.readwriteweb.com/enterprise/2009/07/drupal-mavens-unveil-open-atrium-an-intranet-in-a-box.php">Drupal Mavens Unveil Open Atrium: An Intranet in a Box</a>].</p>
<div id="attachment_161" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://openatrium.com/"><img class="size-full wp-image-161" title="open-atrium" src="http://kasamata.com.br/wp-content/uploads/2009/07/open-atrium.jpg" alt="Open Atrium, sistema open source de intranet em Drupal (reprodução/Openatrium.com)" width="480" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Open Atrium, sistema open source de intranet em Drupal (reprodução/Openatrium.com)</p></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Largura não desejada no Wordpress</title>
		<link>http://kasamata.com.br/2009/07/largura-de-img-nao-desejada-no-wordpress/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 19:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emer77</dc:creator>
				<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[hacks]]></category>
		<category><![CDATA[PHP]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.enteogenos.org/blogtmp/?p=66</guid>
		<description><![CDATA[O Wordpress tem uma propriedade de aumentar em 10px a largura de uma imagem inserida, dentro do div HTML. Se você quiser alinhar a largura da imagem com o do post (como neste blog), isso pode dar uma dorzinha de cabeça.
Achei uma solução: Unknown style tag 10px bigger than image &#8211; ugly margin.
Resumindo, pra não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Wordpress tem uma propriedade de aumentar em 10px a largura de uma imagem inserida, dentro do div HTML. Se você quiser alinhar a largura da imagem com o do post (como neste blog), isso pode dar uma dorzinha de cabeça.</p>
<p>Achei uma solução: <a href="http://www.tek-tips.com/viewthread.cfm?qid=1519066&amp;page=1 ">Unknown style tag 10px bigger than image &#8211; ugly margin</a>.</p>
<p>Resumindo, pra não ter que editar o /wp-includes/media.php dá para usar um plugin com o código (de <a href="http://rathercurious.net/">Justin Adie</a>) exemplificado no link acima.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Framework Thematic vale a pena</title>
		<link>http://kasamata.com.br/2009/07/framework-thematic-vale-a-pena/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 00:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>emer77</dc:creator>
				<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[meta]]></category>
		<category><![CDATA[Thematic]]></category>
		<category><![CDATA[webdesign]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, levou bem mais do que eu esperava, mas finalmente terminei a template deste blog!  O que facilitou muito foi o Thematic , um framework de templates para Wordpress.
No início, levei um susto e cheguei a desistir de tentar aprender:  complexo demais à primeira vista. &#8220;Que framework  nada, vou fazer é na raça&#8221;. Mas&#8230; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, levou bem mais do que eu esperava, mas finalmente terminei a template deste blog!  O que facilitou muito foi o <a href="http://themeshaper.com/thematic/">Thematic</a> , um framework de templates para Wordpress.</p>
<p>No início, levei um susto e cheguei a desistir de tentar aprender:  complexo demais à primeira vista. &#8220;Que framework  nada, vou fazer é na raça&#8221;. Mas&#8230; sem chance! Daria muito mais trabalho. Então, voltei para o Thematic.</p>
<p>Ainda faltam vários ajustes finos e bugs a limar fora, mas já dá pra colocar no ar.</p>
<p>Vamo nessa&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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